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O Resplendor da Natureza
em Meio a Imundície do Homem

Quando se passa na Rua Cândido de Abreu, a primeira coisa que se nota pela maior parte das pessoas e a sujeira contida no rio, a distribuição de pessoas de baixa índole e afins, porém deixa de ser notada a beleza escondida em meio a tudo isso.
 Resiliência, essa e a palavra chave para justificar o cultivo de plantas de diversas espécies. Resiliência e a capacidade de se recobrar facilmente ou se adaptar à má sorte ou às mudanças, dizer que é má sorte residir neste local seria imprudente leviandade de minha parte, adaptar-se a esse lugar para se sentir mais afável deve ser o sentido principal para o cultivo de plantas e afins, fazendo dessa forma que a vista se torne melhor, mas bela, que a relva por mínima que seja traga mais pássaros trazendo vida plena e linda retirando assim dos olhos o teor sórdido, imoral e desasseado que diversas pessoas transmitem ao local e aos moradores.
 Deixando de lado a visão pejorativa, se caminhar com mais atenção na Cândido de Abreu, ira notar tudo o que já foi citado, porém também encontrara árvores frutíferas como maracujá, goiaba, pitanga, manga dentre outras, flores em um geral, ira notar ninhos de pássaros em geral na copa de algumas árvores, ao abrir os ouvidos ira notar o cantar tímido dos passaredos, ao abrir os olhos da mente deixara de ver o feio e ira ver a beleza da natureza oculta a beira do rio.
 No Brasil o ambiente visual urbano é caótico e disforme, a divulgação cultural parece calculada para tornar isso rotineiro, o abandono e o descuido se torne marca forte nas paisagens urbanas. Mas a Cândido de Abreu se destaca por tentar fugir desses paradigmas de descuido e abandono, para se sobressair em meio aos problemas sociais que ofusca a imensa vontade da natureza de aflorar de diversas maneiras.
 O cultivo, manutenção e conservação desse bem coletivo deve ser feito pelos moradores da Cândido de Abreu, pelas pessoas que passam diariamente na rua, e pela Prefeitura da Cidade de São Paulo junto da Subprefeitura de Ermelino Matarazzo, cuidar hoje para não sofrer amanhã.


São Paulo, 13 de dezembro de 2016.
Crônica: Fabio Henrique Artemin 
Estudante de Direito

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